Rubéola

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Rubéola

 

Rubéola é uma infeção causada pelo vírus
da rubéola. A doença é geralmente ligeira e metade das pessoas infetadas
não se chega a perceber que está infetada. Cerca de duas semanas após a
exposição ao vírus pode aparecer manchas de erupções cutâneas com a duração de
três dias. Estas manchas geralmente têm início na face e alastra-se para o
resto do corpo. 


As erupções podem causar comichão e geralmente não
são de um vermelho tão vivo como as do sarampo. É comum que os gânglios
linfáticos se encontrem aumentados, sintoma que pode durar algumas semanas. É
também possível que ocorra febre, garganta inflamada e cansaço. Em
adultos são também comuns dores nas articulações. Entre as
complicações estão problemas de hemorragias, inchaço dos testículos e inflamação
dos nervos. 

A infeção durante os primeiros meses de gravidez pode
causar aborto ou resultar em síndrome de rubéola congénita (SRC)
no recém-nascido. Entre os sintomas de SRC estão problemas nos olhos
como cataratas, no ouvido como surdez, no coração e no cérebro. Após
a 20ª semana de gestação, os problemas são raros.

Assim, os sintomas característicos da rubéola são:

Febre até 38ºC;
Secreção nasal, tosse e espirros;
Dor de cabeça;
Mal estar;
Gânglios aumentados, especialmente próximos ao pescoço;
Conjuntivite;
Manchas vermelhas na pele que causam coceira.

A fase de maior risco de contágio envolve os 7 dias que
antecedem o início do surgimento das manchinhas na pele e duram até 7 dias após
terem surgido.

Os sintomas da rubéola durante a gravidez e nos bebês que
foram contaminados após o nascimento são os mesmos observados em qualquer fase
da vida. No entanto, quando a mãe é infectada durante a gestação, o bebê pode
ser gravemente afetado.

A rubéola congênita, ou seja, transmitida da mãe para o
feto, é a forma mais grave da doença, porque pode provocar má-formações como
surdez e problemas visuais na criança.


Como saber se é rubéola:

Geralmente, o diagnóstico consiste na avaliação física da
pessoa, em que o médico examina a pele da pessoa, para ver se existem erupções
cutâneas e avalia outros sintomas característicos da doença, como manchas
brancas na boca, febre, tosse e dor de garganta.

Para saber se a pessoa está com rubéola, devem-se observar
os sintomas que ela apresenta, verificando se tomou a vacina tríplice
viral que protege desta doença. Caso ela não tenha sido vacinada, o médico pode
solicitar um exame de sangue que identifica anticorpos formados contra o Rubivírus,
causador da Rubéola. Apesar de não ser frequente, algumas pessoas que
tomaram a vacina tríplice viral também podem ser infectadas com esta doença,
isto porque a vacina tem apenas 95% de eficácia.

Todas as grávidas que tiveram rubéola ou que tomaram a
vacina tríplice viral, enquanto não sabiam se estavam grávidas, devem realizar
os exames indicados pelo médico para verificar a saúde e o desenvolvimento
fetal, porque a exposição ao vírus da Rubéola durante a gravidez pode trazer
graves consequências para o bebê. Saiba quais são estas consequências.


Como tratar a
rubéola

O tratamento para rubéola consiste no controle dos sintomas
da doença com Paracetamol, para diminuir as dores e a febre, além de repouso e
hidratação para que a pessoa se recupere mais rápido e isolado do contato com
os demais membros da família. As suas roupas e objetos de uso pessoal devem ser
separados até que a febre cesse e que as erupções desapareçam.

Crianças que nasceram com rubéola congênita, porque foram
contaminadas durante a gestação, devem ser acompanhadas por uma equipe de
médicos, porque existem diversas complicações que podem estar presentes. Assim,
além do pediatra, as crianças devem ser vistas por especialistas e por
fisioterapeutas que podem ajudar no seu desenvolvimento motor e cerebral.

A prevenção da rubéola pode ser feita através da aplicação
da vacina tríplice-viral, que protege contra a caxumba, sarampo e rubéola. Esta
vacina faz parte do calendário nacional de vacinação das crianças, mas adultos
não vacinados também podem tomar esta vacina, com excepção das grávidas.
Saiba quando a vacina contra rubéola pode ser perigosa.

A rubéola é uma doença contagiosa, que normalmente não é
grave, mas causa sintomas como manchas vermelhas que coçam muito e que surgem
inicialmente no rosto e atrás da orelha e depois dirigem-se para todo o corpo,
em direção aos pés.

Os primeiros sintomas da rubéola são parecidos com uma gripe
e manifestam-se através de febre baixa, olhos vermelhos e lacrimejantes, tosse
e secreção nasal. Após 3 a 5 dias surgem as manchinhas vermelhas na pele que
duram cerca de 3 dias.


Assim, os sintomas
característicos da rubéola são:

  • Febre até 38ºC;
  • Secreção nasal, tosse e espirros;
  • Dor de cabeça;
  • Mal estar;
  • Gânglios aumentados, especialmente próximos ao pescoço;
  • Conjuntivite;
  • Manchas vermelhas na pele que causam coceira.

A fase de maior risco de contágio envolve os 7 dias que
antecedem o início do surgimento das manchinhas na pele e duram até 7 dias após
terem surgido.

Os sintomas da rubéola durante a gravidez e nos bebês que
foram contaminados após o nascimento são os mesmos observados em qualquer fase
da vida. No entanto, quando a mãe é infectada durante a gestação, o bebê pode
ser gravemente afetado.


Como saber se é
rubéola

Por causa de sua semelhança com várias outras enfermidades,
o diagnóstico preciso só pode ser obtido pelo exame sorológico.

Geralmente, o diagnóstico consiste na avaliação física da
pessoa, em que o médico examina a pele da pessoa, para ver se existem erupções
cutâneas e avalia outros sintomas característicos da doença, como manchas
brancas na boca, febre, tosse e dor de garganta.

Para saber se a pessoa está com rubéola, devem-se observar
os sintomas que ela apresenta, verificando se tomou a vacina tríplice
viral que protege desta doença. Caso ela não tenha sido vacinada, o médico pode
solicitar um exame de sangue que identifica anticorpos formados contra o Rubivírus,
causador da Rubéola. Apesar de não ser frequente, algumas pessoas que
tomaram a vacina tríplice viral também podem ser infectadas com esta doença,
isto porque a vacina tem apenas 95% de eficácia.

Todas as grávidas que tiveram rubéola ou que tomaram a
vacina tríplice viral, enquanto não sabiam se estavam grávidas, devem realizar
os exames indicados pelo médico para verificar a saúde e o desenvolvimento
fetal, porque a exposição ao vírus da Rubéola durante a gravidez pode trazer
graves consequências para o bebê. Saiba quais são estas consequências.


Como tratar a
rubéola

O tratamento para rubéola consiste no controle dos sintomas
da doença com Paracetamol, para diminuir as dores e a febre, além de repouso e
hidratação para que a pessoa se recupere mais rápido e isolado do contato com
os demais membros da família. As suas roupas e objetos de uso pessoal devem ser
separados até que a febre cesse e que as erupções desapareçam.

Crianças que nasceram com rubéola congênita, porque foram
contaminadas durante a gestação, devem ser acompanhadas por uma equipe de
médicos, porque existem diversas complicações que podem estar presentes. Assim,
além do pediatra, as crianças devem ser vistas por especialistas e por
fisioterapeutas que podem ajudar no seu desenvolvimento motor e cerebral.

A prevenção da rubéola pode ser feita através da aplicação
da vacina tríplice-viral, que protege contra a caxumba, sarampo e rubéola. Esta
vacina faz parte do calendário nacional de vacinação das crianças, mas adultos
não vacinados também podem tomar esta vacina, com exceção das grávidas.
Saiba quando a vacina contra rubéola pode ser perigosa.


Recomendações:

Quem não teve a doença deve evitar o contato com pessoas
infectadas pelo vírus da rubéola;

Respeite as datas de vacinação de seu filho;

Gestantes devem tomar cuidado redobrado para não pegar a
doença. Durante os três primeiros meses de gravidez, a rubéola pode ser
transmitida para o feto e causar complicações como má-formação congênita como
alterações oculares e cardíacas. Em alguns casos, pode provocar aborto.



































































































 


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